Calçados ocupam segundo posto na pauta exportadora cearense em 2018

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Divulgação/Fiec

Segundo setor mais importante da pauta exportadora cearense, atrás apenas do segmento de ferro e aço, os calçados acumularam US$ 264,5 milhões em exportações ao longo de 2018. O setor representou 11,3% de tudo que o Ceará vendeu ao exterior no ano passado. O estado sustentou o posto de 2° maior exportador do Brasil, sendo também o 8° importador. Com crescimento de 8,6% em relação ao período anterior, o montante importado totaliza US$ 7,45 milhões. Os resultados, entretanto, propiciam saldo comercial superavitário em US$ 257 milhões. O grupo de calçados em borracha ou plástico com tiras e correias, juntamente com o grupo de “outros calçados cobrindo o tornozelo somam US$ 150,9 milhões. Os dados são do estudo Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, relativo ao segmento de calçados no Ceará. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24/1), no Boletim da Indústria da FIEC.

Liderando as vendas cearenses, os dois grupos de calçados mais vendidos pelo estado englobam 57% das exportações do setor. Detalhe que chama a atenção é o fato de que, dos cinco principais, apenas os calçados para esportes obtiveram alta no período, esses totalizaram US$ 13,1 milhões, com crescimento de 27,3% em relação a 2017. Entre os mais de 100 países para os quais o estado exporta seus calçados, Estados Unidos e Argentina lideram, com US$ 61,7 milhões e US$ 54,9 milhões respectivamente, juntos representam 44% de todo o mercado consumidor internacional de calçados do estado. As partes superiores e componentes de calçados que abastecem as linhas de montagem da indústria calçadista local são os produtos mais importados, esses acessórios somam US$ 5,5 milhões em aquisições, tendo crescido 23% em relação a 2017.

A China, maior exportadora de calçados do mundo, é o principal fornecedor de componentes e também do setor calçadista cearense, com US$ 6,36 milhões vendidos ao estado e 17,8% de crescimento entre 2017 e 2018. As partes superiores e componentes de calçados que abastecem as linhas de montagem da indústria calçadista local são os produtos mais importados, esses acessórios somam US$ 5,5 milhões em aquisições, tendo crescido 23% em relação a 2017.

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