Ceará mantém ritmo de exportações de rochas ornamentais na pandemia

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De janeiro a outubro, o setor de rochas ornamentais do Ceará exportou US$ 19,3 milhões, uma queda de 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado. As empresas cearenses, no mesmo período, importaram um total de US$ 186 mil, o que sinaliza uma redução de 70% ante o mesmo período de 2019. Os dados são do estudo setorial realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, divulgado nesta terça-feira (10/11).

Apesar da leve queda nas exportações, o presidente do Sindicato das Indústrias de Mármores e Granitos do Estado do Ceará (Simagran), Carlos Rubens Alencar, associado à FIEC, considera que os números são positivos dada a pandemia. “As exportações do setor no período janeiro a outubro mantiveram-se estáveis e acreditamos que no ano será possível um pequeno crescimento”, opinou.

Os Estados Unidos continuam na liderança dos principais países de destino das rochas cearenses, porém houve uma queda de 1,7% em relação ao mesmo período de 2019. A China, por sua vez, comprou um total de US$ 3,2 milhões em rochas do Ceará, o que representa um aumento de 80% em relação ao volume adquirido no mesmo período do ano passado.

O Ceará segue no terceiro lugar nacional no ranking dos principais Estados exportadores do Brasil. Espírito Santo e Minas Gerais seguem, nessa ordem, nas primeiras colocações.

Os municípios que mais exportaram ao longo do ano foram Caucaia, Uruoca e Fortaleza. Embora Caucaia tenha reduzido o volume de exportações em 21,5% de um ano para o outro, considerando-se os nove meses do ano, Uruoca registrou um incremento de 212,3% e Fortaleza, que não exportou nesse período no ano passado, exportou em 2020 um total de US$ 388 mil.

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