Ceará se consolida como maior exportador de castanha do Brasil

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Divulgação/FIEC

O Ceará se consolidou como o maior exportador do Brasil no setor de castanha de caju no período de janeiro a outubro de 2018, totalizando US$ 65,8 milhões. O valor é mais de quatro vezes superior ao do segundo colocado, o Rio Grande do Norte, com US$ 15,7 milhões. Quanto às importações, o Ceará é o terceiro do Brasil, com US$ 9,1 milhões. Ao se levar em consideração os produtos derivados de castanha, novamente o Ceará lidera o ranking de exportadores nacionais, com US$ 12,6 milhões. O crescimento foi de 6,7% em relação ao mesmo intervalo temporal no ano anterior. Os subprodutos importados totalizam US$ 27,6 mil. São exportadas, principalmente, as castanhas sem casca, estas representam praticamente todas as vendas do produto, com mais de 99% dos US$ 65,8 milhões. Os sucos e extratos são os derivados mais vendidos, sendo US$ 1,84 milhões.

A castanha cearense teve 21 destinos em 2018, com os Estados Unidos sendo o maior comprador. Norte-americanos sozinhos, representam mais da metade das vendas, além de terem crescido mais de 1.500 pontos percentuais em demanda de subprodutos, se comparado aos valores 2017. Holanda, Canadá, México e Argentina completam o top 5. Já as compras internacionais cearenses no setor são principalmente representadas pela castanha com casca, que totaliza US$ 8,82 milhões, sendo mais de 90% das importações do setor. O produto é proveniente, sobretudo, da Costa do Marfim. Os sucos e extratos importados somam US$ 27,6 mil e tem como principal origem a Índia. Os saldos comerciais de castanha e derivados são superavitários e permanecem crescendo. Os dados são do estudo setorial de Castanha de Caju, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC. (Sistema FIEC)

 

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