Peteca 2018 emociona e encanta no Teatro Francisca Clotilde

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Escolas de diversos comunidades de Aracati participaram da etapa municipal do Prêmio Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca) 2018. Durante os dias, 11 e 12 de junho, o Teatro Francisca Clotilde foi palco de diversas apresentações artísticas realizadas pelos alunos da rede pública.

Concentração antes da passeata.

Na segunda, 11 de junho,  aconteceram as apresentações das esquetes teatrais e na terça-feira, 12 de junho, uma caminhada em comemoração ao Dia de Combate ao Trabalho Infantil. Logo após, o público prestigiou: curtas metragem, poesias, contos, músicas e ilustrações. O Aracati já teve diversas escolas campeãs em nível estadual e até nacional no Prêmio Peteca e, agora em 2018, com o teatro totalmente recuperado pela atual administração, e a motivação crescente dos estudantes, as disputas foram acirradas e com direito a uma grande torcida.

As crianças e adolescentes todo ano tentam se superar, principalmente os que são veteranos na competição. Talita Lima da Escola Antônio Ponciano interpretou uma música no estilo Reggae, esse foi apenas um dos diversos ritmos apresentados, o que torna a decisão dos juízes ainda mais técnica, avaliando aspectos como desempenho e criatividade. Júnior Ribeiro, Coordenador da Juventude do Município, lembra o envolvimento do Aracati em prol do combate ao trabalho infantil e o apoio ao Prêmio Peteca. “O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que as crianças devem estudar e brincar e não trabalhar. São os adultos que têm que prover o sustento das crianças. O evento é muito importante na divulgação dessa política”, explica Júnior.

Raquel de Oliveira apresentou a peça “Tempo de Caju”.

Raquel de Oliveira, atriz mirim da Esquete Teatral vencedora, explica que essa foi sua primeira apresentação e já foi no Teatro. “Algumas crianças desistiram no meio dos ensaios, mas mesmo assim conseguimos. Gostei muito de apresentar”, revelou. O diretor da Peça, professor Márcio Leandro da Escola Antônio Monteiro, disse que a escola já ganhou cinco anos a etapa estadual do prêmio. “Pela primeira vez apresentamos no Teatro Francisca Clotilde, um espaço muito bom. Tudo acontece com carinho e amor à arte, para fazer as crianças felizes e aprender o valor da arte, evitando assim os perigos inerentes a estar nas ruas”, completou professor Márcio.

 

 

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